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A primeira vez a gente nunca esquece!

Como devem saber estou escrevendo um livro, gostaria de compartilhar uma parte dele aqui com vocês, em breve, se tudo ocorrer bem espero ser...

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Setembro Amarelo - Mês de prevenção ao suicídio.


A Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, realizou um estudo sobre a relação entre a opção sexual e o suicídio entre jovens. Os resultados mostraram os homossexuais têm mais probabilidade de praticar o ato. Além disso, a pesquisa concluiu que o local de convívio social também exerce bastante influência – ambientes mais abertos à homossexualidade apresentam menos casos de suicídio.

Cerca de 32.000 jovens anônimos participaram do estudo. Os dados analisados pela equipe são provenientes de uma pesquisa anual realizada pelo estado do Oregon, a Oregon Healthy Teens Survey. Os participantes são alunos de escola púbica entre 13 e 17 anos. Com base nas respostas dos jovens, a pesquisa concluiu que a probabilidade de um homossexual cometer suicídio é cinco vezes maior do que um jovem heterossexual.
Porém, o ambiente em que o jovem convive pode fazer muita diferença. Os adolescentes que vivem e estudam em locais que aceitam melhor gays e lésbicas têm 25% menos probabilidade de tentar suicídio do que os ambientes mais repressores.

Estudos anteriores apontam que o suicídio é a terceira principal causa de morte entre jovens de 15 a 24 anos nos Estados Unidos. “Este estudo sugere como podemos reduzir as tentativas de suicídio entre gays, lésbicas e bissexuais. Mostra também que a criação de um ambiente escolar bom para os homossexuais pode levar a melhores resultados na saúde de todos os jovens", declarou o psicólogo Mark L. Hatzenbuehler, responsável pela pesquisa, ao EurekAlert.
sábado, 10 de setembro de 2016

Filme da semana- Imagine eu e Você!


Esse filme conta a história de uma mulher que se casa e se apaixona, pela florista do seu casamento, ela vive no drama de não saber lidar com um sentimento novo, e por uma mulher. Vale a pena conferir.


Sinopse

Heck e Rachel, depois de anos de namoro, resolvem se casar. Os dois estão numa relação sem grandes emoções. No dia do casamento, Rachel conhece Lucy e começa uma amizade muito intensa com a moça. Entretanto, quando esses sentimentos se aprofundam, Rachel fica confusa sobre quem ela realmente ama.



No nosso canal do YouTube você pode ver completo e dublado.
Veja aqui


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domingo, 4 de setembro de 2016

Homosexualidade é genetica



“Baby, eu nasci desse jeito!” canta Lady Gaga, se referindo aos homossexuais, bissexuais e transexuais, em uma famosa música de 2011. De fato, nas últimas duas décadas, cientistas vêm aumentando as evidências de que a homossexualidade não é uma escolha, mas sim determinada pela genética. Muitas pesquisas em sexualidade começam a demonstrar isso. Por exemplo, sabemos que a homossexualidade é mais comum em parentes biológicos de outros homossexuais do que de heterossexuais . Estudos também mostram que a chance de que gêmeos idênticos sejam ambos homossexuais é mais alta do que para irmãos não gêmeos . Recentemente, um estudo com 409 pares de irmãos gêmeos homossexuais, o maior realizado até hoje, encontrou duas regiões contendo genes que influenciam o desenvolvimento da orientação sexual.



O DNA é composto por nucleotídeos. Quando apenas um nucleotídeo é trocado na sequência de um gene, chamamos isso de SNP (polimorfismo de nucleotídeo único). Os pesquisadores analisaram os genomas dos 818 indivíduos (gêmeos homossexuais) e também o genoma de mais 90 familiares não-homossexuais desses gêmeos. A análise encontrou SNPs em diversos genes. Isso significa dizer que homossexuais têm alguns genes cuja sequência tem uma única alteração, se comparada aos mesmos genes em heterossexuais. Em geral, uma pequena mudança na sequência gênica pode fazer com que o gene se expresse de maneira diferente entre os indivíduos, originando diferentes características. No estudo, as regiões com mais SNPs encontrados estão presentes no cromossomo 8 e no cromossomo X (que é um dos cromossomos sexuais).


Dentre os genes com SNPs, muitos estão relacionados ao desenvolvimento neuronal ou participam na neurotransmissão.Isso significa dizer que a orientação sexual parece ser determinada antes do nascimento. Algumas descobertas são interessantes: um gene expresso no cérebro, chamado CNGA2, é essencial para que exista comportamento sexual dependente de odor (o odor está ligado aos níveis de testosterona e é importante para a comunicação sexual) . Outros dois genes encontrados,AVPR2 e NPBWR1, têm relação com o comportamento e interação social em ratos.


Então está tudo explicado? Sequências diferentes nos genes determinam a orientação sexual do indivíduo? Não, nada é tão simples na natureza. Existem irmãos gêmeos (genomas idênticos) onde um é homossexual e o outro heterossexual, mostrando que os genes não conseguem explicar tudo. Mas a explicação para este fato parece ainda estar na genética, mais precisamente,epigenética. Simplificando, existem fatores que “ligam” e “desligam” nossos genes, e isso faz com que indivíduos com genomas idênticos possam ter características diferentes. Cientistas já encontraram pelo menos cinco regiões no genoma humano que são diferentes entre homo e heterossexuais, ou seja, alguns genes estão “ligados” em homossexuais e “desligados” em heterossexuais, e vice-versa. Evidências sugerem que essas diferenças são dependentes da posição do feto no útero e também da quantidade de sangue que o feto recebe da mãe.


A existência de homossexuais do sexo masculino sempre foi um paradoxo genético evolutivo, já que este existe em diversas espécies apesar da menor disposição para procriação que os indivíduos homossexuais possuem (com consequente não passagem dos genes para os filhos). Curiosamente, mulheres que apresentam a variante de genes homossexuais masculinos não são necessariamente homossexuais e apresentam maior fertilidade. Assim, a alta fecundidade dessas mulheres na população parece “compensar” a taxa de homossexualidade masculina. Alguns estudos mostram que certos genes relacionados à atração por homens parecem “funcionar” tanto em homossexuais, quanto em mulheres, e, no sexo feminino, isso leva ao aumento do sucesso reprodutivo.


Os últimos estudos sobre orientação sexual são, no mínimo, interessantes. Nossa sequência de DNA, juntamente com a epigenética, explica o porquê de mães e pais heterossexuais poderem ter filhos homossexuais, sendo o contrário também verdadeiro. Além disso, as descobertas em epigenética mostram o quanto o ambiente pode influenciar a orientação sexual do indivíduo, desde antes do nascimento. Do mesmo modo que nascemos com olhos castanhos ou azuis, temos nossa sexualidade intrincada ao nosso DNA. E aqui não me demoro nas questões de preconceitos. Deixo só o que Milton Nascimento cantava em 1975, e que hoje serve de tema para as manifestações contra homofobia: “Qualquer maneira de amor vale à pena”.


fonte: http://www.saense.com.br/2016/08/homossexualidade-e-genetica-e-nao-ha-cura/
terça-feira, 30 de agosto de 2016

Meu estilo Bofe de ser: Sou meninas e gosto de roupa masculina, mas não sou transexual.


Ultimamente o tema da transexualidade está aberto a sociedade, o que acho ótimo, as pessoas não são obrigadas a se sentirem desconfortável no próprio corpo. Viva essa conquista,  o caminho ainda é árduo sabemos que nossa sociedade ainda é muito preconceituosa mas aos poucos e com muita luta estamos quebrando barreiras.
Estamos aqui para falar de estilo, saio muito e geralmente para lugares gays, de preferencia bares e boates voltados para nós lésbicas, encontro meninas de todos os estilos, por que hoje em dia não tem como definir um, graças a Deus, não gosto de rótulos, mas infelizmente ainda somos julgadas, pelo que usamos, ou nosso corte de cabelo. Dentro do nosso próprio meio somos julgadas e classificadas por isso. Mas nem isso define sua sexualidade.
A sexualidade de uma pessoa não depende da forma como ela se veste, mas sim do que ela sente em seu coração.
As pessoas naturalmente buscam uma explicação para tudo que foge a um “padrão social” – Meninas vestem rosa e Meninos vestem azul– Será mesmo?
Todos nós temos estilos e gostos diferentes, já pensou que chato seria se todos nós fossemos iguais?As lésbicas que optam por roupas mais masculinas não se importam com os rótulos. O que importa não é a roupa e sim a orientação sexual. Quando a menina revela que curte garotas, ela vai sofrer preconceito. Não interessa se está de batom ou se tem cabelo curtinho e usa boné.
Pode-se até misturar look feminino e look masculino e não ser lésbica.


 Eu não sigo padrões, de estilo de roupa ou cabelo, mas minhas amigas que usam roupas masculinas são muito mais estilosas que muita ladys que vejo por ai, minhas amigas bofinhos como gostam de serem chamadas.
Gosto de dizer que meninas que usam roupas de meninos, são muito mais bonitas que meninos metrossexuais.
A Metrossexualidade ou o metrossexualismo, logo o metrossexual: é um termo originado nos finais dos 90, pela junção das palavras metropolitano e sexual, sendo uma gíria para um homem urbano excessivamente preocupado com a aparência, gastando grande parte do seu tempo e dinheiro em cosméticos, acessórios, roupas e tem suas condutas pautadas pela moda e as “tendências” de cada estação. (Fonte: Wikipédia)

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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Filme Amor por Direito.

Um dos marcos mais tocantes na luta pela igualdade de direitos da comunidade LGBTT dos Estados Unidos é, sem dúvida, o caso de Laurel Hester contra a cidade de Ocean County, Nova Jersey, em 2005, mostrado no filme “Amor Por Direito”.

Condecorada detetive de polícia, com 23 anos de experiência, ela foi diagnosticada com câncer terminal e teve que lutar, não apenas contra o próprio destino, mas contra o conservadorismo local para deixar sua pensão à companheira, Stacie Andree.
O drama “Amor por Direito” tenta se ater aos fatos. Laurel (Julianne Moore) e Stacie (Ellen Page) vivem o casal, que se mantém às escondidas com receio de que assumir o relacionamento prejudicaria na carreira policial. Posição, aliás, unilateral da detetive.
Laurel uma excepcional detetive, ela vive para defender a comunidade de traficantes e assassinos, ao lado do parceiro Dane (Michael Shannon).

Com o envolvimento cada vez maior com Stacie (19 anos mais nova) – tratado de maneira bastante frágil –, a trama ganha seu real significado e volta-se para o casal. Elas constroem um lar, sujeitam-se às restrições da lei (não podem casar, mas celebram uma união legalmente capenga), até a saúde de Laurel ditar o futuro.
O isolamento e invisibilidade delas são quebrados pelo advogado de direitos humanos Steven Goldstein (Steve Carell), personagem um tanto caricato, tendo em vista a postura de quem o inspirou. De um caso particular (e isso o filme mostra), a comunidade LGBTT o transforma em ícone. Não se trata mais de uma luta por igualdade, mas também sobre a legalidade do casamento entre pessoas do mesmo dito gênero.
Laurel quis apenas equidade na polícia. Transformou-se num exemplo pelos direitos civis. E Sollett não consegue levar esse contexto adiante, tal como Ron Nyswaner, com um roteiro bastante conservador. Em uma era em que direitos estão cada vez mais em pauta, o filme poderia ser mais icônico.
Quer ver on line? achei esse link aqui dá pra ver direitinho
http://www.filmesonlinex.net/amor-por-direito/

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